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Rev. Hernandes

UMBET

 

LIVRO DA SEGUNDA AOS TESSALONICENSES

É uma continuação de 1 Tessalonicenses

AUTOR. O apóstolo Paulo.

DATA. Provavelmente escrita em Corinto pouco depois da primeira carta.

MARCO HISTÓRICO. É evidente que certas expressões da primeira carta de Paulo a esta igreja haviam sido mal interpretadas. Quando se referiu à incerteza do dia da vinda de Cristo, suas palavras haviam sido entendidas como se houvesse ensinado que o dia do Senhor estava perto.
Esse mal entendido resultou numa desnecessária comoção. Os convertidos estavam perturbados e alarmados, 2:2. Tinham pontos de vista errados acerca da proximidade da vinda do Senhor, que transtornaram suas vidas.
Alguns acreditam, de acordo com os versículos 2 e 3 do capítulo 2, que uma carta falsa, recebida pela igreja, havia agravado o problema, mas isto não passa de conjecturas. Não há dúvida de que a carta de Paulo foi escrita para ajudar a estabelecer esta confundida e preocupada igreja.

TEMA CENTRAL. A segunda vinda de Cristo.

TEXTO CHAVE, 3:5.

SINOPSE. A carta pode ser dividida em três partes.
I. Capítulo 1.
(1) Saudação e ação de graças, vv. 1-3.
(2)
(a) Palavras de consolo à igreja perseguida, vv. 4-6.
(b) Há um grande contraste entre o destino glorioso dos crentes na vinda de Cristo, e o destino dos ímpios não arrependidos, vv. 7-12.
II. Capítulo 2.
(1) Advertências contra o desassossego causado por pontos de vista errados acerca da vinda do Senhor, vv. 1-2
(2) O anúncio dos acontecimentos que ocorrerão antes do advento,
(a) A vinda de uma apostasia, v. 3.
(b) A auto-exaltação do homem do pecado, vv. 3-4.
(c) O iníquo se manifestar em seu devido tempo, acompanhado por sinais e prodígios mentirosos, vv. 5-9.
(d) Este iníquo será destruído na vinda de Cristo, v. 8.
(e) Os ímpios serão enganados, vv. 10-12.
(3) Um afetuoso chamado aos crentes que haviam desfrutado dos grandes privilégios do evangelho para que retenham a boa doutrina, vv. 13-15.
(4) Uma bênção consoladora, vv. 16-17.
III. Capítulo 3.
(1) A confiança do apóstolo na igreja.
(a) Ele pede oração. vv. 1-2.
(b) Crê que eles serão guardados do mal e permanecerão obedientes às suas instruções, vv. 3-4.
(c) Ele ordena que esperem pacientemente a vinda de Cristo e que se separem dos irmãos que andam desordenadamente, vv. 5-6.
(2) O exemplo apostólico.
(a) De viver ordenadamente, v. 7.
(b) De manter-se com seus próprios recursos, a fim de dar bom exemplo, vv. 8-9.
(c) De insistir para que os crentes trabalhem, v. 10.
(3) Admoestações finais.
(a) Acerca dos preguiçosos e dos entrometidos, vv. 11-12.
(b) Acerca do trabalho persistente e do desobediente obstinado,vv. 13-14.
(4) Bênção e saudação, vv. 16-18.